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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Seria o deputado Jean Wyllys um cristofóbico?

Em uma entrevista realizada em uma parceria da grupo de jornalismo Folha e a UOL o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) mostra sua posição quanto ao seu envolvimento ao movimento LGBT, ataca os cristãos, deseja instaurar um regime fascista comunicando-se com dupli-pensares às duas massas.

Em sua entrevista ele ataca a pastores, padres e qualquer um que se professe CRISTÃO, eleva o movimento LGBT à uma "divindade" quando menciona suas pretensões a favor desse movimento.

Abaixo está algumas falas da reportagem realizada no dia 15/12/2011 às redes mencionadas acima: (os dados podem serem lidos na íntegra clicando aqui)

Folha/UOL: No relatório da senadora Marta Suplicy é tratado o caso de cultos religiosos. E há uma certa leniência em relação ao que acontece dentro de templos religiosos. Como ficou essa parte e o que o sr. acha dessa abordagem.
Jean Wyllys: 
Eu acho que as religiões, elas têm liberdade para propagar da maneira que elas melhor escolheram, definiram, os seus valores
. A sua concepção de vida boa. Isso é uma coisa garantida na Constituição e que a gente tem que defender. As religiões são livres para isso. E os pastores são livres para dizer no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado, já que eles assim o entendem. Entretanto, eu não acho que os pastores que estão ali explorando uma concessão pública de rádio e TV tenham que aproveitar esses espaços para demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual.


No primeiro momento ele "concede" a liberdade religiosa, mas sorrateiramente ele restringe essa liberdade para dentro das igrejas dos cristãos. Oras, para que então serviria a rádio e a tv senão para divulgar os interesses de seus mantenedores? Se existe uma globo que promove não interessa o quê, serve justamente para defender os interesses de seus mantenedores, assim serve a rádio, a tv, a mídia impressa e a digital. Tal qual como ele está fazendo no momento, tal qual ele faz em sua mídia digital. Porque negar o direito do cristão para agir conforme dita as normas e regras de seus próprios regulamentos. Isso é ditadura! Isso de longe é defender interesses social para o bem comum.


Folha/UOL: Como tratar isso?
Jean Wyllys:
 Isso é uma injúria.
É uma injúria contra um coletivo. E essa injúria motivada pela homofobia, ou seja, a promoção da desqualificação pública da homossexualidade e da dignidade, e ferindo a dignidade dos homossexuais, ela tem que ser enfrentada.


Oras, o Sr. Dep. Jean indica que a igreja e/ou comunidade cristã que pregar contra a homossexualidade está cometendo o crime de injúria. Injúria nada mais é do que crime contra a honra. o fato de um ser humano querer optar por um sexo não o faz dele um desonrado. Agora se em sua essência o ser humano homossexual não é desonrado por sua escolha porque o seu coletivo pode receber o status de dignidade? Afinal de contas o ser humano é digno por si só.


Agora falo como cristão da Igreja Católica Apostólica Romana, de forma alguma a Igreja afasta o fiel que seja homossexual, a forma de vida dele é igual a de um heterossexual solteiro. Viver a castidade! Agora o relacionamento com pessoas do mesmo sexo, é homossexualidade e é essa prática que a igreja, ao longo de seus 2000 anos defende contra. É bíblico, desde seus primórdios é condenado. 


Folha/UOL: Como seria uma frase inaceitável?
Jean Wyllys:
 É. Por exemplo, sabe o que é inaceitável? São as igrejas, por exemplo, financiarem programas de recuperação e de cura de homossexualidade.
E o pastor promover esse tipo de serviço nos seus cultos e dizer: “Vocês, homossexuais, venham para os nossos programas de terapia e de cura de homossexualidade”. Homossexualidade não é uma doença. E afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa.


Em outro momento... acerca do governo Dilma


Folha/UOL: Por quê? O sr. teve algum contra exemplo nesse caso?
Jean Wyllys: 
Tenho. Por exemplo, a própria suspensão do projeto Escola sem Homofobia por parte da presidenta Dilma,
inclusive no momento da suspensão, ela deu uma declaração pública, ela disse que o governo não serviria à propaganda a opção sexual nenhuma. Isso para mim revelou um profundo desconhecimento da presidenta dessa demanda histórica do movimento LGBT, da ideia de que nós não optamos pela nossa orientação sexual, não é uma questão de opção..


Posicionamento suspeitíssimo do sr. dep. Jean onde no primeiro grifo é inaceitável pregar contra o homossexualismo e no outro grifo ele dizer que é lícito pregar a favor do homossexualismo. Ora, mas como pode não ser uma questão de opção ser homossexual sendo que o mesmo movimento quer a implantação de cartilhas que incentivem o homossexualismo? Na filosofia os temas abordados são provados através de provas, as provas utilizadas em questão é o senso científico, onde na ciência existe o caso da criança nascer homossexual, sendo que ela nasce com propriedades masculinas ou femininas? Como pode o deputado falar de que não é opção uma coisa dessas? Esse é um exemplo bem claro de dupli-pensar, a questão abordada não é se o ser humano é optativo por querer ser homossexual e sim sua forma de escolha serem dominadas por esse movimento.


Folha/UOL: E que no ano que vem [2012], se o Congresso, até março, pelo menos, fizer um decreto a respeito, eles podem incluir consultas, com resposta simples, “sim” ou “não”, na eleição do ano que vem. Esse seria um tema [casamento civil de homossexuais] talvez bom para se incluir ou não?
Jean Wyllys:
 
Não é um tema bom para incluir porque o Estado brasileiro tem um débito enorme com a sua população no que diz respeito a garantir ao conjunto da população uma educação de qualidade para a cidadania, que permita a essa população um espírito crítico capaz de aprofundar determinados temas. Esse débito em relação à educação de qualidade faz com que grande parte da população trate certos temas com preconceitos. E se a gente considerar, na correlação de forças que há na sociedade, se a gente considerar que o poder econômico e o controle dos meios de comunicação e de informação estão com quem é contrário a essas pautas, a essa extensão de cidadania nós já sabemos qual vai ser o resultado desse plebiscito. Não vejo muito sentido em se jogar dinheiro público fora, porque já sabemos o resultado. Não vejo muito sentido. E, além desse argumento econômico, nós temos um argumento de mérito. Direitos fundamentais... Não se deve fazer plebiscito sobre direitos fundamentais.


Veja que no primeiro grifo ele chama a sociedade brasileira de ignorante, sem instrução, jogando a responsabilidade dessa ignorância no governo e em seguida diz que a sociedade brasileira não é capaz de decidir assuntos sociais. No segundo grifo ele diz que realmente o movimento LGBT não é a maioria e que iria perder em uma batalha frontal. Isso é nada mais e nada menos do que um FASCISMO, onde não importando o que a sociedade quer de melhor pra ela, o que importa são os interesses do governo.


Folha/UOL: Fernando Henrique, Lula e agora Dilma. De maneira bem breve, o sr. poderia falar alguma coisa sobre cada um desses três presidentes? Gosta, não gosta... Se foram bons presidentes ou maus presidentes?
Jean Wyllys: 
(...)
 Porque Lula tem uma história de vida muito parecida com a minha. Veio do Nordeste, eu da Bahia, ele de Pernambuco, filhos de uma mãe que teve que ralar muito para  criar a gente. Eu que estudei em escola pública, que tive que trabalhar aos dez anos de idade, tenho uma identificação com esse homem que venceu a subalternidade, a pobreza e se tornou presidente do Brasil. (...)


Olha que interessante, a sociedade não tem capacidade intelectual para decidir uma questão de opinião pública, mas tem a capacidade de vencer na vida como um grande formador e líder de uma nação? Tem algo errado no discurso, ou simplesmente o discurso não era para para o povo. (dupli-pensar)



Para finalizar, ponho termo a palavra homofobia, pelo simples português que aprendi na escola pública:


Homo - vem de homossexual, 'homos' que significa 'igual' em grego e 'sexus' do latim que significa 'sexo'. Então para quem não parou ainda para analisar a palavra, homossexual seria uma pessoa do mesmo sexo, ou para melhor entender seria uma pessoa que tem preferência por outra do mesmo sexo.

Fobia é de origem grega que tem o significado de medo, temor. Sim medo, igual ao que vc vai  pensar quando ler a palavra aracnofobia "medo de aranha", agorafobia "medo de lugares públicos", claustrofobia "medo de lugares fechados".


Pois é leitor, é isso que o movimento gay quer inculturar nas pessoas. Quem não é a favor das práticas homossexuais é um homofóbico, ou seja tem "medo de homossexual".

E olha o que se tem hoje em dia, as pessoas simplesmente não falam mais a palavra "gay" em público. As pessoas quando veem um homossexual automaticamente olham para baixo. 

Pois bem, não sou homofóbico, pois não tenho medo de homossexual. Assim como as pessoas no geral não são homofóbicas, pois não têm medo de homossexual. Os cristãos não são homofóbicos e a determinação para os homossexuais cristãos é a mesma para os solteiros, igual dito acima: Pratiquem a castidade.

Ah, seria então o deputado Jean Wyllys um cristofóbico? 


Autor: Ronnam da Silva









segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Presidente da Frente Parlamentar Evangélica fala contra Lei da Palmada

 
Por incrível que pareça, esse fato realmente ocorreu. O presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) falou contra a Lei da Palmada da tribuna do Congresso Nacional. Mas esse fato não aconteceu neste ano. Foi em 2006, quando então quem presidia a FPE era o Dep. Adelor Vieira.
João Campos, o atual presidente da FPE, ainda não ocupou a tribuna para fazer a mesma fala.
Logo que vi, em 2006, o PL 2.654/03 sendo aprovado na Câmara dos Deputados, telefonei ao Dep. Adelor pedindo intervenção da bancada evangélica — o que de fato ocorreu. O projeto, de criminalização de pais que disciplinam filhos, era de autoria da ex-deputada petista Maria do Rosário e, de acordo com o discurso da tribuna do presidente da FPE, “se aprovada a referida Lei, o pai ou a mãe que se baseiam em princípios bíblicos para educar seus filhos terão seus valores e métodos de educação invalidados e passarão até a responder por crimes. Corrigir o filho com punição física branda é algo recomendado pela própria Bíblia Sagrada. O livro de Provérbios afirma que o pai que verdadeiramente ama seu filho não deixa de puni-lo com uma varinha”.
O Dep. Adelor mostrou de modo claro e oficial que nossas posturas cristãs estavam sendo violadas pela arbitrariedade de um projeto petista.
O próximo presidente da FPE foi Manoel Ferreira, homem alinhado com Lula e Dilma Rousseff — sem mencionar com os trabalhos do Rev. Moon.
Depois de Ferreira, João Campos se tornou o presidente da FPE, mantendo-a firme na trilha imposta anteriormente por Ferreira.
Com o Dep. Adelor, a bancada evangélica era oposição ao governo. Com Ferreira e Campos, tornou-se amistosa.
João Campos já ocupou a tribuna do Congresso para elogiar Manoel Ferreira e até já viajou aos EUA para participar, juntamente com Ferreira, dos trabalhos do Rev. Moon.
Quem dera agora João Campos ocupasse a tribuna para defender os pais da lei que estatiza os filhos em nome de uma suposta maior proteção às crianças e criminaliza os pais e seu mandato bíblico de usar a vara corretiva!
O Brasil precisa hoje de uma FPE muito mais corajosa e menos amistosa com a esquerda, pois a Maria do Rosário que anos atrás veio com um projeto de lei anti-palmada é hoje ministra, garantindo todo o peso obesivo do Estado em favor de suas pretensões ideológicas. O que era mero projeto de lei dela no passado agora virou projeto de governo.
Com ou sem a ajuda da FPE, nós, pais e mães, temos de lutar para que o Estado pare de violentar as famílias, seus direitos e autoridade.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Lei da Palmada


A folha de São Paulo divulgou no dia 14/12 a aprovação da LEI DA PALMADA.

Essa lei de um modo quer fazer com que o Estado tome conta dos nossos filhos. Para quem quiser saber mais clique na LEI DA PALMADA.

Agora que entendo que você já saiba sobre a lei, entende que o Estado quer tomar conta da nossa vida privada, sem a mesma ter esses direitos, ou seja, o Estado está querendo mais uma vez ser FASCISTA.

Dos cristãos que estão no governo hoje em dia quem trabalha mais é a bancada dos evangélicos liderado pelo Pastor Marco Feliciano  deputado federal.

Segundo a declaração feita por ele na FOLHA DE SÃO PAULO em NENHUM MOMENTO a bancada teve o intuito de vetar o projeto.

Para ver detalhes da reportagem da Folha clique aqui.

Conversei de forma bastante irrisória com a deputada Teresa Surita pelo contato do twitter @teresasurita onde ela informa que consultou todos os mails para ver a possibilidade de aprovação. Isso depois de comentar os fatores de pesquisa e principalmente por ter entrado em contato com a bancada evangélica.

Conversei também com o Deputado Eduardo Cunha @DepEduardoCunha que conversou um pouco comigo, mas não respondeu aos meus questionamentos, apenas quis defender sua cristandade me acusando de ignorante sem saber o que faço da vida.

Agora fica a pergunta: Porque a bancada cristã deixou que isso ocorresse? Qual o intuito de deixar o Estado tomar conta do que é a moral da vida familiar?

Então para todos os cristãos, evangélicos, católicos e qualquer pessoa que se intitula cristão... uni-vos contra essas pessoas que querem transformar nosso país em um país fascista.



GRITA CRISTÃO

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Deus expulso das escolas: a instalação do caos

De: Mídia sem máscara


Sabemos que afastar Deus não significa impor a isenção e a imparcialidade, mas abrir espaço para que outros tomem conta das almas. Não há almas vazias.

Não sejamos ingênuos. Uma escola sem Deus não significa uma escola livre. Não significa que ela se torna imparcial. Aliás, a própria imparcialidade é um ideal utópico, uma cortina de fumaça para a imposição dos interesses mais medonhos. O que fica vazio é ocupado; e quem ocupará as escolas?
Na história, por mais que, muitas vezes, Deus fosse um incômodo para os sonhos terrenos, não pôde Ele ser afastado dos discursos, dos ensinos, das referências citadas. Por mais que não quisessem, sabiam que o Ser transcendente era necessário. Ainda que para eles seu Nome fosse apenas um símbolo, sabiam que sua retirada seria a instalação do caos. Tiraram Deus da Igreja, O deixaram em seu trono; depois tentaram matá-lO, mas com balas de festim; Por fim confinaram-nO nos templos, mas não O profanaram.
Vê-se, portanto, que, no fim das contas, Deus sempre esteve presente. Para uns, fiéis, como uma pessoa ativa, para outros, infiéis, ao menos como uma transcendência, e para outros ainda, ditos ateus, ao menos como um símbolo. Isso porque sabiam que toda ordem necessita de um ordenador e toda organização necessita de um organizador. Se era preciso uma moral, de onde ela poderia vir se não do alto? Se leis eram necessárias, e antes delas alguma consciência do certo e do errado, isso não poderia surgir do nada, nem da simples evolução. De alguma maneira sabiam que nada se harmoniza em si mesmo se não houver algo superior que lhe dê essa harmonia.
Por mais que os discursos tentassem diminuir Deus, a prática comprovava sua soberania. E isso forçara os homens, que não eram de todo estúpidos, a deixar Deus em seu devido lugar, mesmo que não exaltassem sua posição. Apenas sabiam que era melhor não retirá-lO de lá. Havia nisso um respeito silencioso, um tanto medroso, mas, de alguma maneira sábio. 

Hoje, porém, o caos se aproxima. O que estão fazendo é, ao proibir as manifestações sobre Deus, instaurar a confusão. Porque o problema não é o ensinamento ou não de uma moral religiosa, mas a possibilidade de haver alguma moral. Não é saber se é justo ou não privilegiar uma fé, mas saber se será possível dar alguma direção espiritual para as pessoas. Ora, retirar Deus das escolas é condená-las ao vitupério, à fraude, à mentira. É impossibilitar a própria ciência e suas leis. É dizer para os alunos: não existe educação, não existem mestres, não há superiores. Vocês são os reis, os deuses, os legisladores. 
"Deus não é de confusão, e sim de paz" (1Co 14.33)Onde Ele não está, resta a desordem.
Tudo isso já começa a ser sentido, mas ainda sutilmente. Não pensem que veremos o caos instalado de vez. Absolutamente, não. Por mais que retirem Deus das escolas, seus efeitos (o de Deus e de seus ensinamentos) permanecerão ainda por um tempo. Apenas depois, quando já esquecerem totalmente sua influência, é que a ordem se desfacelará, e a escola será sem forma e vazia.
Por isso, quando lutamos por manter as referências a Deus, à liberdade da religião e da manifestação religiosa, essa briga é mais do que uma briga por território, e mais do que uma luta moral. O que queremos é manter a ordem nas escolas, nas ruas, no país.
Também sabemos que afastar Deus não significa impor a isenção e a imparcialidade, mas abrir espaço para que outros tomem conta das almas. Não há almas vazias. O que fica vazio, mas adornado, está pronto para que espíritos do mal o possuam (Mt 12.43-45). Tirar Deus das escolas não significa libertá-las, mas entregá-las às mãos malignas.
Não se enganem, porém. Se esses vilipendiadores lutam em favor do caos, não é porque desejem a desordem, mas sim porque a destruição faz parte de sua estratégia para a construção de um mundo segundo a imagem e semelhança deles.

E o que eles são nós conhecemos muito bem.

Padre católico espanhol impede batizado ao descobrir que padrinho é gay

DA BBC-BRASIL


Um padre da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Huelma, no sul da Espanha, impediu a celebração de um batizado quando descobriu que o padrinho era gay. A família levará o caso aos tribunais.
O escolhido para padrinho de uma menina de seis meses é um homossexual que está casado no civil com outro homem, algo permitido pela lei espanhola.
É também ex-catequista, trabalhador da Cáritas (seção de ajuda humanitária da igreja católica), membro de confrarias e se diz católico praticante.
Em declaração à imprensa espanhola, a mãe da criança, Dolores Muñoz, disse que a família e os padrinhos cumpriam todas as normas requeridas pelo sacerdote quando levaram a documentação.
"Perguntaram se pais e padrinhos estavam batizados e confirmados. Depois se todos estávamos casados e respondemos que sim. Nunca pensamos que teríamos que avisar que ele era casado, mas com um homem. As normas, ele cumpria", explicou ela.
Mas para o padre, Manuel García, a revelação da homossexualidade do padrinho foi motivo para impedir o batismo. No último sábado ele disse à família só batizaria o bebê se escolhessem outro padrinho.

'Vida congruente'

Os pais da menina enviaram uma carta ao arcebispo da província de Jaén e nesta quinta-feira denunciaram publicamente, com uma associação de homossexuais, o caso que definem como discriminatório.
A polêmica provocou uma resposta pública do arcebispado, que enviou um comunicado apoiando o padre e advertindo que um padrinho católico precisa ter uma vida "congruente".
A nota cita o Código de Direito Canônico, cânon 874, que descreve os requisitos para os padrinhos de batismo: "deve ser católico, estar confirmado, ter recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e levar uma vida congruente com a fé e a missão que vai assumir".

Sem usar as expressões gay ou homossexual, a nota do clero diz ainda que não se trata de um caso de discriminação.
"Esclarecemos este tema para evitar os juízos sobre uma suposta discriminação na atuação do sacerdote, que apenas reitera a necessidade de cumprir a normativa eclesiástica universal."
Para a Associação Colega - Coletivo de Gays, Lésbicas e Transexuais - a decisão da igreja é "uma homofobia sacerdotal".
O grupo, que apoiará a família num processo contra o arcebispado, também se manifestou numa nota pública, afirmando que "custa entender que um sacerdote persista no discurso de discriminação e ódio, em vez de propagar as mensagens de amor e respeito que anuncia o Evangelho".
A associação disse ainda que, nos próximos dias, diversos voluntários procurarão o padre de Huelma para entregar-lhe um documento chamado "guia breve de consciências limpas".
O guia, segundo o coletivo, pretende explicar "que a fé cristã e a homossexualidade são compatíveis" e que os gays compreendem que "o avanço das mentalidades é lento. Na Igreja Católica mais lento ainda do que no resto da sociedade, mas há confiança em que este avanço aconteça."

VOLTEI!!!

Olá povo!

Pensei em desativar esse blog, mas depois de ver algumas coisas nesses últimos dias me bateu uma vontade enorme de gritar, então vou começar a gritar nas proximas postagens.



Então de agora em diante.....


GRITAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!



terça-feira, 3 de maio de 2011

Semtentes

 Autor: Ronnam de Lima da Silva.
“Somos sementes de uma nova geração.” Essa é a frase dita pelo cantor Dunga (www.cancaonova.coom).
mostarda2Sim! Somos realmente uma semente plantada em solo fértil, que pode crescer e dar muitos frutos. Para ser mais específico não diria solo fértil, mas sim enxertado na Verdadeira Videira que e Cristo Jesus. Com ele nós iremos longe.
Teve um tempo que tive medo, vergonha e até mesmo me olhava com os olhos deficientes, olhava-me como uma árvore (São Marcos 8,24). Mas fui curado pelo Senhor, pra ser mais específico passo por um tratamento em que vejo minha melhora. É espantoso a cura de Jesus na minha vida, Jesus está me curando com a imposição de suas divinas mãos e estou vendo mais nitidamente as coisas.
Esse pequeno testemunho de minha vida é para mostrar que decididamente Jesus não desistiu de me plantar, Ele não desistiu de me curar. Ele iniciou seu trabalho em minha vida e cuidou e cuida de mim. Houve e há um diálogo, Ele perguntou o que eu estava vendo, mesmo sabendo Ele ainda perguntou (São Marcos 8,23).
Assim como Jesus me quer junto dele, o mesmo digo a você que está lendo e até mesmo você que está ouvindo deste que lê agora. O desejo de Jesus para nós é que fiquemos sempre ao lado dele e passemos a enxergar.
A imposição das mãos de Jesus na minha vida está me impulsionando a ir para águas mais profundas o que não difere de você. Toda cura que Jesus faz em nossas vidas nos impulsiona a querer mais Jesus e a viver em Sua companhia! Em nós e nos outros, no silêncio, na oração, no jejum, etc.
A imposição das mãos de Jesus fez com que eu fosse enxertado na vida de Jesus, de uma vez por todas eu posso gritar bem alto, para que todos possam ouvir que: JESUS É O SENHOR PARA A GLÓRIA DE DEUS PAI!
E com esse grito, um simples grito de um coração cheio do Amor divino outros cegos passarão a procurar o Amor transformado em uma exclamação e procurarão de coração sincero Jesus, porque houve um momento em que alguém, um Zé Ninguém gritou, gritou alto, gritou com todas as suas forças e esse grito foi alimentado pela graça da imposição das mãos de Jesus, gerando assim novas sementes e até mesmo semetes restauradas e prontas para serem enxertadas como também reenxertadas na Verdadeira Videira.
Por isso eu digo com toda a certeza do mundo:
TE ASSEGURO QUE NÃO VOU DESISTIR DE UM DIA TE PLANTAR!



video criado por: (Tarcísio Gonçalves do Carmo) retirado de seu perfil do youtube http://www.youtube.com/user/tatacancaonova

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Perseguição religiosa no Paquistão


Fonte:
http://conservadoredai.blogspot.com/2011/04/perseguicao-religiosa-no-paquistao.html


Asia Bibi Noreen: Eu não sou uma criminosa, não fiz nada de mal. Estou sendo julgada por ser cristã. (...)Se o juiz me condenou a morte por amar a Deus, estarei orgulhosa de sacrificar minha vida por Ele"

No Paquistão, num mar de 167 milhões de habitantes, os cristãos somam menos de 3% da população. Nesse país dominado por fundamentalistas mulçumanos, criticas ao islamismo são punidas severamente e certas leis facilitam a perseguição religiosa.

O caso de Asia Bibi Noreen

Atualmente, um caso está comovendo o mundo. Asia Bibi Noreen, paquistanesa de 45 anos, casada e mãe de várias filhas, foi condenada à morte por “crime de blasfêmia” em novembro do ano passado e será enforcada se a Alta Corte apoiar a sentença.


“Eu não sou uma criminosa, não fiz nada de mal. Estou sendo julgada por ser cristã. Creio em Deus e em seu enorme amor. Se o juiz me condenou a morte por amar a Deus, estarei orgulhosa de sacrificar minha vida por Ele”, afirmou Asia Bibi ao seu advogado Shahzad Kamran .

O juiz Navid Iqbal, da cidade de Nankana, na província do Punjab, depois de 16 meses de julgamento, condenou Asia Bibi à pena máxima. Antes de dar a sentença, Navid procurou-a na prisão e disse que para ela sair livre era necessário se converter ao Islã. Mas a resposta de Asia Bibi certamente deixou o juiz desconcertado: “Prefiro morrer cristã que sair da prisão como mulçumana”.

O presidente paquistanês Arli Zardari concedeu a ela um indulto, mas a Alta Corte do país não permitiu o perdão do governo enquanto o caso estiver pendente

Asia Bibi e sua família viviam num vilarejo de maioria mulçumana. Certo dia, ao ir buscar água em um poço, umas mulheres quiseram impedi-la dizendo que por ser cristã era impura e contaminaria a água que elas bebem. Isso iniciou uma discussão e quiseram forçar Asia a virar mulçumana, mas ela afirmou que “Jesus Cristo morreu na cruz pelos pecados da humanidade” e perguntou para as mulheres o que Maomé tinha feito por elas. Dias depois, Asia e suas filhas foram atacadas pelos moradores que, instigados pelo líder mulçumano da mesquita local, jogavam pedras em sua residência. A polícia chegou e prendeu Bibi por “crime de blasfêmia”.

Esse caso é o mais recente ocorrido no Paquistão. Em vigor desde 1986, 33 pessoas tiveram a mesma sentença decretada. Mas foram assassinadas antes mesmo que o processo terminasse, como ocorreu com os irmãos católicos Rashid e Sajid Emmanuel, brutalmente assassinados na saída do tribunal, em Julho de 2010 (1). Um religioso muçulmano, Yousaf Qureshi, ofereceu cerca de 5.500 dólares de recompensa para quem matar Asia Noreen que, por medida de segurança, foi isolada dos outros prisioneiros.

No inicío deste ano, o governador da província de Punjab, Salman Taseer, foi assassinado pelo seu guarda-costas por ter defendido Asia Bibi.(2)

O movimento espanhol Hazte Oir recolheu 600 mil assinaturas entregues na embaixada do Paquistão pedindo a libertação de Asia Bibi. (3)

Martírio do ministro paquistanês Shahbaz Bhatti

Segundo a lei contra blasfêmia, basta o relato de única testemunha – sem necessidade de provas - contra um cristão para se decretar a pena capital. Todos os defensores da reforma desta lei sofrem ameaças de morte e muitos já foram assassinados, como o recente martírio de Shahbaz Bhatti, ministro paquistanês para as minorias religiosas. Católico, Bhatti havia respondido as ameaças com ufania: “Quero viver por Cristo e por Ele quero morrer”.

Para os fundamentalistas mulçumanos, tentar reformar a lei contra o “crime de blasfêmia” já se enquadra no delito de blasfêmia, pois para eles tal norma pertence à Sharia que é o conjunto das leis religiosas do islamismo. E alterar uma “revelação divina” é blasfêmia.

“Quero somente um lugar aos pés de Jesus. Quero que a minha vida, o meu caráter, as minhas ações falem por mim e digam que estou seguindo Jesus Cristo. Tal desejo é tão forte em mim que me considerarei um privilegiado se – neste meu esforço de batalha em ajudar os necessitados, os pobres, os cristãos perseguidos do Paquistão – Jesus quisesse aceitar o sacrifício da minha vida” (4), escreveu Shahbaz Bhatti em seu testemunho espiritual publicado pelo jornal italiano “Corriere de La Serra”.

No dia 2 de março, o carro que transportava Shahbaz Bhatti foi baleado por quatro homens. Ao chegar ao hospital, seu corpo estava sem vida, mas sua alma na glória celeste. Em reunião entre 20 a 25 de Março, os Bispos do Paquistão aprovaram por unanimidade a proposta de submeter à Santa Sé um pedido formal para que o ministro católico Shahbaz Bhatti seja declarado “mártir”.

A Federação Pró-Europa Cristã, com sede em Bruxelas, está organizando uma petição em apoio dessa iniciativa dos bispos paquistaneses. “O saudoso Sr. Shahbaz Bhatti merece, de fato, a glória dos altares pela sua determinação inalterável de dar testemunho, até à morte, da verdade da Fé e da doutrina cristã e pelos seus numerosos atos de força, que culminaram na sua imolação”, afirma o texto da petição. (Clique aqui para assinar esse apelo)

Enquanto os países outrora cristãos do ocidente afundam cada vez mais na imoralidade - onde infelizmente muitos católicos vivem despreocupados, gozando a vida em conúbio com essa mesma imoralidade – nossos irmãos na Fé sofrem perseguições e muitos são imolados pela tirania de países persecutórios ao cristianismo.

O ocidente com toda sua força diplomática e militar nada faz por eles e, pior ainda, caminha para o mesmo fim: perseguir o cristianismo.

Fontes:
1 – Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, 23/9/2010
2 – O Estado de São Paulo, 4/1/2011
3 – InfoCatólica, 12/12/2010
4 - Corriere de La Serra , 3/3/2011, Tradução retirada do site Fratres In Unun

sexta-feira, 25 de março de 2011

Isso é justiça!

Olá galera, estou postando esse vídeo que aparentemente não tem conotação religiosa, mas se prestar atenção direitinho vai entender o senso de justiça da apresentadora Mirtes.

Isso é muito bom e as pessoas deveriam fazer isso mais vezes.

PS: Estudar também! kkkkk


quarta-feira, 23 de março de 2011

Pró-vidas brasileiros contra o aborto dos anencéfalos: o Amor de Mãe é incondicional


Fonte: ACI DIGITAL


BRASILIA, 22 Mar. 11 / 05:37 pm (ACI)

Em um vídeo enviado hoje, 22, pelo Movimento em Defesa da Vida, a Dra. Lenise Garcia, presidente do grupo pró-vida Brasil Sem Aborto, fala contra o aborto dos bebês portadores de anencefalia e mostra em um comovente vídeo a dura experiência de uma mãe que optou por abortar o bebê e a outra que optou por dar à luz.

O aborto de crianças portadoras de anencefalia está novamente em pauta em Brasília depois que o Ministro Marco Aurélio do Supremo Tribunal Federal apresentou o relatório da ADPF-54 ao STF. O julgamento será em breve.

“Acredito que muitos médicos são sinceros, quando pensam fazer um bem à mãe ao sugerir-lhe o aborto quando se detecta a anencefalia. Sim, pois geralmente é o médico quem sugere - e não a mãe quem pede – como pode ser verificado no vídeo abaixo. Entretanto, é necessária uma reflexão mais profunda”, assinala o texto do Brasil Sem Aborto.

No vídeo, depois de relatar a dura experiência de ter abortado uma menina que nasceu viva, uma das mães se pergunta: “Talvez quinze minutos era o máximo de sobrevivência para ele. Mas eu me pergunto... Em quinze minutos: quantos “Eu te amo” eu poderia falar para esse meu filho?”.

No outro testemunho a mãe menciona que foi o médico quem sugeriu fazer um aborto conseguindo uma ordem judicial.
“Doutor isto pára aqui! Nós vamos levar esta gravidez assim mesmo”, respondeu firmemente a mulher.
Ela também conta que o que a levou a esta decisão foi o fato de que ela não corria risco de vida e “o respeito pela vida do meu filho”.
“Valeu muito a pena estes vinte minutos para mim”, afirmou.
“No final quando eu fiquei muito emocionada, que eu vi o meu filho, falei: Meu filho a mamãe te ama muito. Que era só o que eu conseguia falar”.

“É uma experiência que vai ficar para sempre na vida desse casal”, afirma a Dra. Garcia no vídeo.
Segundo a médica, na vida do casal que tem um filho portador de anencefalia, ou fica a experiência de “ter dado a ele todo amor era possível” ou fica a dura experiência futura “de lembrar que eles recusaram a este filho a pouca vida que ele tinha”.

“Experiências vitais não podem ser deletadas, e vínculos entre pais e filhos sobrevivem mesmo depois que algum deles morre”, afirma o texto do Brasil Sem Aborto.

O Vídeo do Movimento Brasil Sem Aborto pode ser visto no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=m3guYoro5S0&feature=player_embedded

Os pró-vidas brasileiros também animam os internautas a verem #QuantosEuTeAmo no Twitter.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Fraqueza

Pra falar a verdade para que serve a fraqueza?

Será que é somente para falar para a força que ela é forte?

Mas a fraqueza também é forte, pois se não o fosse não seria tão difícil de dominá-la.

Quando sabemos com quais armas vamos combatê-la a dor não é tão grande assim, agora quando esta se manifesta sempre na incógnita, por vezes se torna muito, mais muito chata.

Que raiva tenho da fraqueza, as vezes dá vontade de gritar!

Autor: Ronnam de Lima da Silva

quarta-feira, 9 de março de 2011

Excesso

Segundo o dicionário (http://www.priberam.pt/DLPO) eis o significado da palavra excesso:

excesso (eis)

s. m.
1. Diferença para mais; demasia; sobejo.
2. O que ultrapassa o legal, o habitual.
3. Desregramento; desmando.
4. Falta de moderação.
5. Cúmulo; grau elevado.
excesso de zelozelo mal entendido que prejudica em vez de ser útil.



No link abaixo mostra claramente um excesso dentro da religião. Não sou contra o repouso no Espírito, mas já vivenciei excessos. Por isso é bom ter cuidado especiais para esse novo Sopro do Espírito para não acontecer o que está no vídeo abaixo.

Realmente é necessário???